Das alegrias e honras que a vida propicia.

Das alegrias e honras que a vida propicia.

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por Marcos Pardim
Das alegrias e honras que a vida propicia.
Conheci o professor José Marcio Barros por conta do programa Cultura Viva, do extinto Ministério da Cultura. Estive com ele umas três ou quatro vezes, sendo a primeira delas na Teia de Brasília, em 2008, e as demais em aulas, encontros ou cursos no Itaú Cultural, em São Paulo.
Em todas as vezes batemos bons e prazerosos papos tendo a Cultura como tema, sobretudo sobre Diversidade Cultural e Institucionalidade da Cultura. Passei a tê-lo como um dos mestres da minha jornada. Um dos livros que ele organizou, através do Observatório da Diversidade Cultural, e que ajuda a ilustrar este post, serviu-me de fonte para dois TCCs em Gestão Pública com foco em Políticas Culturais.
Pode ser uma imagem de 3 pessoas e texto que diz "José Márcio Barros (Org.) Diversidade Cultural Da proteção à promoção autêntica"
Em silêncio, construí o desejo de um dia realizar algum trabalho com ele. Quis o destino que eu fosse convidado a estar diretor de projetos do Instituto Iddeia e desenvolver um projeto de Cultura, Cidades e Desenvolvimento.
Este projeto propiciou uma inesperada aproximação com ele. Hoje pela manhã, realizamos a nossa primeira reunião de trabalho. Eu aqui de Salto, o Pedro (secretário geral do Iddeia) de SP e o professor José Marcio, lá de BH.
Divido com os/as amigos/as estas minhas alegria e honra. Nunca será demais dizer que a Cultura me deu prumo, régua, compasso, amizades, afetos, alegrias e a honra de poder conhecer, conviver e, por vezes, trabalhar com pessoas tão imensas, gigantes, que eu os chamo de mestres.
Gracias a la vida.

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